A Cabana

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A Cabana

Mensagem por Morsmordre em Qui Maio 07, 2015 9:01 am

A Cabana
Uma cabana velha e desgastada situada no meio do bosque. A Cabana está cercada pela flora do bosque além de possuir um buraco na sua lateral esquerda, graças a um galho de arvore que cresceu destruindo-a. Rumores indicam que o lugar é mal assombrado.
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Re: A Cabana

Mensagem por Jenny B. D. Hadley em Seg Maio 11, 2015 9:27 pm

+18: WARNING: SEX AND VIOLENCE:

OFF: Nunca mais jogo V ou D com vocês Ù-Ú





I'll have to get over it
Cabana . Homem desconhecido . Final de tarde

Depois da briga com uma das minhas melhores amigas decidi que precisava ficar um pouco sozinha, tentar por a cabeça e os sentimentos em seus devidos lugares. Aparatei no Bosque Mágico da Bulgária, perto do lago aonde o vento gélido tocava minha pele deixando minhas bochechas avermelhadas. Me sentei na beirada do lago olhando meu próprio reflexo na água. Parecia que aquele dia estava durando anos e, de certa forma tudo o que eu queria era um pouco de paz para poder voltar para casa e conseguir dormir.Ouvi um barulho nas folhagens dos arbustos logo atrás de mim, me dignei a virar mas não ouvi nada. Pensei que poderia ser qualquer animal ou gnomo curioso por eu estar ali e então me lembrei que não havia contado para ninguém aonde eu estava, sim, eu sou do tipo de garota que sempre avisa aonde vai e com quem vai, aprendi isso da pior maneira possível. Tomei o celular, que graças a Merlin era de satélite então pegaria sinal em qualquer lugar, e liguei pro Sebastian, meu irmão gêmeo.

#Ligação on

- Sebastian? Oi... Só queria dizer que... - Antes que eu pudesse terminar o rapaz me interrompeu.

-Jenny? Aonde você está? Deveria estar em casa a horas! - O tom de preocupação era extremamente evidente.

-Eu estou bem, te acalma! Estou aqui no bosque mágico, você sabe onde fica! só queria te avisar! - Completei suspirando.

-Ok... Se precisar de algo liga de novo! - Sebastian falou com um tom melancólico.

#Ligação off

Após desligar o celular e coloca-lo na grama ao meu lado pude ouvir o mesmo barulho de folhas, dessa vez mais perto. Vire-me novamente já nervosa com aquela situação e ao não ver nada novamente rosnei baixinho voltando a fitar a água. Logo uma sombra se formou na grama ao meu lado, a sombra de uma pessoa. Levantei as pressas tomando a varinha que estava em mãos mas antes que eu pudesse me virar para ter meu alvo em vista pude ouvir uma voz masculina e rouca conjurar — Expelliarmus — Senti minha varinha voar a minha mão direto para a água e então meu estômago revirou e minha pele foi ficando cada vez mais pálida. Mordi o lábio inferior e sai correndo de forma desesperada, o barulho dos meus passos no chão eram abafados por barulhos de passos ainda mais fortes que o meu logo atrás de mim. Eu podia observar a sombra que, se aproximava da minha a cada curva que eu fazia, lembrei então do celular mas ao procura-lo no bolso nada encontrei, veio-me então a memória de que eu havia o colocado na grama. O desespero começou a tomar conta de mim, seja lá quem fosse aquele homem, ele estava jogando comigo, ele havia uma varinha, para me matar ou me imobilizar bastava conjurar um feitiço mas aparentemente ele estava gostando de me caçar pelo bosque.

Avistei então uma cabana abandonada mas meu ritmo de corrida já havia diminuído e eu estava cansada de ofegante. Antes que eu pudesse entrar na cabana senti uma mão quente e áspera segurar meu pulso e puxa-lo de forma dolorosa. Virei-me par poder ver quem estava fazendo o resto do meu dia ser um terror sem fim. Já começava a anoitecer mas havia claridade o bastante para enxergar aquele homem de quase dois metros, olhos verdes e cabelos ruivos — Por favor! Me deixa ir embora! Por favor! —  Implorei com a voz trêmula quase chorando. — Cala a boca princesinha! Você é mais bonita quando está de boca fechada! — Ao ouvir a vos rouca novamente um nó se formou em minha garganta. Senti então ele apertar ainda mais meu pulso, o torcendo um pouco me obrigando a andar no mesmo ritmo que ele.

Entramos juntos na cabana, de certa forma eu não conseguia acreditar que aquilo tudo estava acontecendo. O homem gritava coisas sem parar porém eu fazia questão de não prestar atenção. Fui jogada contra a parede e novamente estava de frente pra ele, encarando aqueles olhos maldosos e aquele sorriso sádico voltei a implorar  — Por favor, você não precisa fazer isso! Eu não conheço você, me deixa ir embora! Eu não vou contar nada pra ninguém! —  Já chorando tentava convencê-lo em vão a me deixar partir. A gargalhada rouca de sínica do homem ecoou por toda a cabana me fazendo começar a chorar.  — Tire suas vestes! — A ordem foi clara e arrogante. — Não! Por favor, não! — implorei entre soluços e lágrimas, mas ele apenas ficou mais agressivo, se aproximou de forma feroz tampando a minha boca, e por mais que eu tentasse gritar apenas gemidos baixos eram ouvidos.

O homem então rasgou a minha blusa sem pensar duas vezes, tentei afasta-lo batendo meus braços e mãos repentinamente no peito do mesmo, mesmo não conseguindo afasta-lo, aquilo o incomodou, ele tirou a mão que tampava minha boca e com brutalidade sem igual juntou meus pulsos com ela prendendo minhas mãos em cima de minha cabeça sem solta-las. Com a outra mão ele abriu sua própria calça e logo pude perceber que ele não estava usando suas vestes mais íntimas. Comecei a gritar de forma desesperada, mas naquele ponto, ele não parecia nem mais se importar com os meus berros de desespero.

Com a mesma mão que ele sua calça, ele subiu a minha saia e afastou minha calcinha me deixando completamente exposta. Uma força sem igual tomou conta de mim e comecei a gritar mais alto do que eu pensei que conseguiria em algum dia da minha vida. — Shhh calma docinho... Calminha... — Ele disse tentando controlar meus gritos, voltei a soluçar e cuspi em seu rosto em um sinal de relutância. Senti m minha bochecha esquerda arder com um tapa e uma série de xingamentos foram cuspidos para fora em meu ouvido de forma raivosa.

Tive meus braços liberados, mas durou pouco tempo, logo cada uma das mãos dele segurava as minhas ao lado do meu corpo e ele se aproximou de mim o bastante para sentir sua respiração próxima ao meu rosto e então, em uma estocada do homem fui invadida. Todas as minhas forças se esvaíram do meu corpo e minhas pernas estremeceram. Da minha boca agora saia um barulho que indicava uma mistura de dor e desespero.

Logo uma voz conhecida acendeu o resto de esperança em mim. Vi um vulto pular em cima do meu agressor e fazê-lo cair no chão. Sebastian estava em pé de frente para o homem com sua varinha apontando para o desconhecido. Desci a minha saia e peguei a minha blusa no chão a vestido o mais rápido que pude. Provavelmente meu irmão havia decidido me fazer companhia sabendo que não estava bem e usado o GPS para achar meu celular e quando não me viu perto dele começou a seguir a trilha de terra remexida e folhas pisadas ocasionadas pela minha fuga e perseguição até escutar meus gemidos de dor na cabana. Corri para o Lado de Sebastian o puxando e o abraçando, implorando para que ele não fizesse algo que fosse se arrepender e implorando ainda mais para que ele me tirasse dali. Sebastian então aparatou comigo de volta para casa.







jennifer burton dibord hadley
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Jenny B. D. Hadley

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